sábado, 25 de fevereiro de 2012

Agenda 2012


O projeto Gestalt em Ato, depois de dois anos de atividades, tradicionalmente realizadas nas quartas-feiras à noite, resolve atender aos pedidos daqueles que não podiam estar presentes conhecendo nosso trabalho e compartilhando experiências conosco. Assim, em 2012, o projeto será realizado nas terças-feiras à tarde, iniciando às 14h30 (até aproximadamente às 16h30).
Contamos com a participação daqueles que queiram conhecer a Gestalt-terapia por meio de trabalhos de excelente qualidade e gratuítos.

Estamos sempre abertos a sugestões que podem ser enviadas para:
anacarol@mullergranzotto.com.br

Confira a programação 2012:

13 de março:
Configuração do campo clínico*
Marcos Müller-Granzotto
* Este trabalho será apresentado excepcionalmente às 19:30hs

03 de abril:

SISTEMA CAGE (COACHING COM ABORDAGEM GESTÁLTICA)

Sonia Aparecida de Oliveira Balster


08 de maio:
A cegueira do terapeuta: o que você não está vendo?
Ana Carolina Seara

Maria Balbina de Magalhães Gappmayer


05 de junho:
Sofrimento ético, político e antropológico nas populações LGBT: discussões sobre práticas clínicas
Josiane Giese

Marcele de Freitas Emerim

Mariana Vidal


03 de julho:

Clínica infanto-juvenil e sistema intimo

Carolina Koneski

Maria Tersa Mandelli


07 de agosto:

GestAÇÃO

Greice das Neves Pasqualotto

Greici Will

Hebe Régis


04 de setembro:

Atos poéticos e a meditação no aqui-e-agora

Rodrigo Gomes Ferreira

02 de outubro:
Dependência Química e a intervenção em Gestalt-terapia
Célia Mendes

Edição Especial
Amores e desamores: a clínica dos casais
Cristiane Peixoto
Maria Teresa Mandelli

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fuga da realidade ou fuga para a realidade? - Um olhar sobre a ficção



Para a Gestalt-terapia, todas as nossas formas de estar no mundo são chamadas de ajustamentos. Importa, no campo clínico, discutir as diversas funções da ficção frente aos sujeitos – ou seja, que ajustamentos podem emergir diante de uma obra de ficção, como filmes, música, literatura e as artes em geral. A partir de seus efeitos, na forma de ajustamentos criadores, percebemos que filmes, séries, literatura e outros modos de expressão ficcional cumprem diferentes funções na experiência.

Neste Gestalt em Ato de dezembro, encerrando a série de atividades teórico-vivenciais de 2011, queremos tratar dessas diferentes configurações que a ficção pode proporcionar. E convidamos você a experimentar-se diante da ficção científica e discutir um trabalho pioneiro realizado pelo Instituto Müller-Granzotto.

Será no próximo dia 07, quarta-feira, às 19h.

A atividade é gratuita e aberta a todos os interessados!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Novembro: Dor e saudade


Quarta-feira, dia 09 de novembro, foi realizada a penúltima edição do Gestalt em Ato de 2011 com o trabalho: Dor e saudade: conversando sobre morte e outras perdas, apresentado pelas Psicólogas e Gestalt-terapeutas Greice das Neves Pasqualotto e Lydiane Soares. O encontro reuniu estudantes e profissionais interessados no tema.

Agradecemos a presença e contribuição de todos e deixamos um convite para o próximo Gestalt em Ato no dia 07 de dezembro com o tema: “Fuga da realidade ou fuga para a realidade: um olhar sobre a ficção”, com Diogo de Oliveira Boccardi e Tamara Emerim Guerra.


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Dor e saudade: conversando sobre morte e outras perdas

Greice das Neves Pasqualotto
Lydiane Soares

Em algum momento da vida, todos nós já ficamos enlutados. Quando nos damos conta de que aquele ou aquilo que amamos se foi, o processo de luto se inicia.

Este processo envolve um desprendimento daquilo que foi perdido. É natural que fiquemos tristes, que a perda pareça irreal ou que, num primeiro momento, não nos conformemos com ela. Até acontecer esse desligamento, nossos assuntos em geral giram em torno do que foi perdido e isso também faz parte da elaboração do luto.

Por outro lado, às vezes, é difícil acostumar-se com a falta. É como se não nos permitíssemos viver a dor e perceber que algo ou alguém já não existe mais. O luto pode complicar-se quando não há uma assimilação gradativa da perda. Aquele que perdeu não olha mais para si, é como se o amor se cristalizasse no que foi perdido. Parece que não é mais possível voltar às atividades que se tinha anteriormente e seguir a vida depois da perda. A tristeza e o desânimo se prolongam demasiadamente.

Nossa proposta neste trabalho é discutir e pensar sobre o lugar do clínico no processo de elaboração e vivência do luto e como intervir em situações de perdas.

Esperamos por você!

Programação: Novembro