quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Clínicas Gestálticas em Grupo: acolhimento e desvio no plural



                                                                                                                        Rodrigo Gomes Ferreira
 
A configuração grupal é uma das disponíveis para se fazer clínica, e é utilizada pelos clínicos da Gestalt-terapia desde seus primórdios. Acolher o que há de estranho, abrir horizontes de futuro e construir conhecimentos implicam uma ética de singularidade ao sujeito que surge durante uma consulta. 

E, como seguir com tal postura quando tal consulta parte de vários corpos, ao mesmo tempo, no mesmo lugar, com diferentes formas? Haveria aí mais de um sujeito ou a perda da singularidade? 

A intenção desta atividade do Gestalt em ato é contribuir para questões relativas ao trabalho clínico/terapêutico em grupo com as clínicas gestálticas, quando a singularidade do sujeito clínico se mostra no plural.

Agosto: Gestação


Na terça-feira, dia 14 de agosto de 2012, foi realizada pelas  Psicólogas e Gestalt-terapeutas, Greici Will Coelho e Hebe Régis, mais uma edição do Gestalt em Ato com o trabalho: GestAÇÃO.  Esse encontro reuniu estudantes e profissionais interessados no tema da atividade. 

O encontro iniciou com a apresentação com um pequeno experimento que mobilizou as vivências de cada participante relacionadas ao tema. Em seguida, houve uma discussão sobre as mudanças decorrentes da gravidez, desde o resultado "positivo" do  exame até o nascimento do bebê. Também foi discutido como essa temática aparece na clínica e algumas possibilidades de entendimento dentro das Clínicas Gestálticas.

Agradecemos a participação de todos aqueles que estiveram presentes em mais uma edição do Gestalt em Ato e convidamos para o próximo trabalho,  Clínicas Gestáticas em grupo: acolhimentos e desvios no plural, que será apresentado no dia 04 de setembro de 2012.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

GestAÇÃO



 Greici Will Coelho
Hebe Bastos Régis

Estar grávida ou acompanhar uma mulher nesse processo provoca uma série de mudanças que se desdobram em muitas perguntas.
Quando a maternidade começa a ser gestada?
Que ações são geradas, esperadas ou experienciadas em uma gravidez?
E o corpo? Aquele que agora se ocupa  de gerar outro corpo?
Como lidar com os medos, receios, fantasias?
Quantas perguntas ... poucas respostas, quanta mudança!!!


sexta-feira, 6 de julho de 2012

Julho: Dependência química e Gestalt-terapia



Na última terça-feira, dia 03 de julho de 2012, foi realizada pela  Psiquiatra e Gestalt-terapeuta, Dra. Célia Mendes, mais uma edição do Gestalt em Ato com o trabalho: Dependência química e a Intervenção em Gestalt-terapia. Esse encontro reuniu estudantes e profissionais interessados no tema da atividade. 
O encontro iniciou com a apresentação de um vídeo e de alguns conceitos referentes ao tema. Em seguida, houve uma discussão sobre a clínica da Banalidade e sobre como se pode entender e trabalhar a dependência química a partir da abordagem Gestática. Também foi discutido a respeito da função do acompanhante terapêutico (AT) nesse processo.
Agradecemos a participação de todos aqueles que estiveram presentes em mais uma edição do Gestalt em Ato e convidamos para o próximo trabalho,  GestAÇÃO, que será apresentado no dia 14 de agosto de 2012.

domingo, 17 de junho de 2012

Dependência Química e a Intervenção em Gestalt-terapia



Dra. Célia Mendes 
“Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...
”
 Cazuza 

A demanda crescente pelo consumo desenfreado e a exigência de uma posição social de destaque levam o jovem, muitas vezes, a uma postura contrária e até marginal. Ele se utiliza das drogas como uma forma silenciosa de agredir a sociedade. Com o tempo e de acordo com o tipo da droga e a frequência do uso, instala-se a dependência física. A frustração por não conseguir consumir e por não viver a satisfação de ter um lugar social o leva a se alienar na droga e ele se torna o próprio consumo. É consumido pela droga e se acomoda a uma forma de fugir do próprio desejo e também do prazer. O terapeuta sente-se decepcionado, assim como a família e a sociedade. A intervenção em Gestalt-terapia consiste em olhar para o sujeito em sua totalidade e intervir nos três níveis de cuidado: ético, político e antropológico.  
Participe conosco dessa discussão sobre dependência química e a intervenção em Gestalt-terapia no próximo Gestalt em Ato, dia 03 de julho, às 19h!

sábado, 16 de junho de 2012

Edição Especial: Amores e desamores



Em 15 de junho, as psicólogas Cristiane Peixoto e Maria Teresa Mandelli, coordenaram a edição Especial do Gestalt em Ato - Dia dos Namorados, com o trabalho: Amores e desamores: a clínica dos casais. Participaram desse evento profissionais, estudantes e pessoas interessadas no tema em questão.

A partir da exibição de um vídeo, as terapeutas convidaram os participantes a pensar naquilo que os mobiliza ao ver uma história de amor e desamor. A atividade foi conduzida de forma que todos os participantes pudessem falar  a respeito de suas vivências com o tema e a pensar sobre o que é o amor e em como ele aparece nas relações.

Agradecemos à presença de todos que participaram do encontro e aos que contribuíram para a construção de um  espaço tão cheio de afeto e deixamos um convite para a próxima edição do Gestalt em Ato, Dependência  química e a intervenção em Gestalt-terapia, no dia 03 de julho, terça-feira, às 19h.

*Cartaz produzido pelo grupo