sábado, 3 de agosto de 2013

AGENDA 2013

AGENDA 2013

1. CRIAR E RECRIAR A CLÍNICA INFANTO-JUVENIL
Data: 25 de julho / quinta feira / 19h
Local: IMG - Unidade Centro
Público: Interessados no tema
Coordenação: Carolina Koneski e Maria Teresa Mandelli

2. FEIRA DAS PROFISSÕES
Data: 10 de agosto / sábado / das 14h às 17h
Local: IMG - Unidade Santa Mônica
Público: Pré-vestibulandos e seus cuidadores
Oficinas com profissionais de diversas áreas e Oficinas com os pais
Coordenação: Mellize Cardoso e Maria Teresa Mandelli

3. ATENÇÃO PSICOSSOCIAL - As dimensões ética, política e antropológica nas psicoses.
Data: 19 de setembro / quinta feira / 19h30
Local: IMG - Unidade Centro
Público: Interessados no tema
Coordenação: Diogo Boccardi e Tamara Emerim Guerra

4. O COTIDIANO DO ACOMPANHAR NA PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL: AT COMO RECURSO.
Data: 24e outubro / quinta feira / das 10h às 12h
Local: IMG - Casa Lar Municipal de Biguaçú
Público: Profissionais de Instituições de acolhimento à crianças e adollescentes
Coordenação: Mariana Vidal

5. EM LUTA - As possibilidades de intervenção clínica nas vivências de perdas e lutos.
Data: 07 de novembro / quinta feira / 19h
Local: IMG - Unidade Centro
Público: Interessados no tema
Coordenação: Greici Will Coelho

6. ELVIS E MADONA - Os lugares que ocupamos nas relações amorosas.
Data: 21 de novembro / quinta feira / 19h30
Local: IMG - Unidade Centro
Público: Interessados no tema
Coordenação: Cristiani do Nascimento Peixoto e Maria Teresa Mandelli

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A clínica infanto-juvenil e os sistemas íntimos: uma parte do todo

 

Carolina Koneski

Maria Teresa Mandelli

Desde muito pequenos somos arrematados por desejos e demandas advindas do primeiro contexto social no qual somos inseridos - a família, que escolhemos chamar de sistema íntimo.

Segundo Oaklnader (1992), a família é o primeiro contexto do qual a criança faz parte, sendo o mais relevante nos seus primeiros anos de vida pelo forte vínculo de dependência entre a criança e a família e pela presença intensa do processo de assimilação no início da vida. Dessa forma, ao pensarmos a Clínica infanto-juvenil, ao recebermos uma criança ou adolescente em nosso consultório, precisamos ficar atentos aos pedidos, quem pede o quê? Para que está servindo esse comportamento da criança nessa família? De que forma a família se beneficia desse tipo de comportamento? O que pode acontecer se a criança ajustar-se de forma diferente? 

Importante pensar a partir de uma concepção da auto-regulação familiar, para compreendermos a forma como a criança se apresenta; isso pode nos levar a perceber a forma relacional da criança e qual a sua função no sistema íntimo. Por exemplo, a criança que dorme com os pais ou a criança que não consegue ‘suportar’ a ausência da mãe. O que esses pais, de fato, não suportam? O que pode estar orientando essa dependência? Quem torna-se dependente?

Se, em nossa compreensão clínica, a família é entendida como um todo relacional corresponsável por aquilo que se manifesta a partir de sintomas, o trabalho clínico faz-se necessário em conjunto. Tal intervenção fundamenta-se na seguinte articulação,

 “Os distúrbios estão no campo; é verdade que eles derivam dos “conflitos internos” dos pais, e resultarão, posteriormente, em conflitos introjetados no filho ou filha à medida que estes se tornam independentes. Porém sua essência na relação sentida e perturbada é irredutível as partes. Desse modo, a criança e os pais têm de ser considerados juntamente”. (P.H.G,1997, p.161).
Enfim, é nesta vivência de campo, que o clínico poderá ser arrebatado pela forma familiar e, através disso, encontrar um lugar para aquilo que é estranho e comumente está alienado da responsabilidade familiar.

Venha participar essa discussão no próximo Gestalt em Ato, dia 02 de outubro de 2012, às 19hs, no Instituto Müller-Granzotto  (centro) para o úlltimo trabalho desse ano!! 

Referências:

Oaklander, V. Descobrindo crianças: a abordagem gestáltica com crianças e adolescentes. São Paulo: Summus, 1980.
Perls, F. S.; Hefferleine, R.; Goodman, P. Gestalt-Terapia. São Paulo, Summus, 1997


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Setembro: Grupos e Gestalt





Na terça-feira, dia 04 de setembro de 2012, foi realizada pelo terapeuta, Rodrigo Gomes Ferreira, mais uma edição do Gestalt em Ato com o trabalho: Clínicas Gestálticas: acompanhamento e desvio no plural. Esse encontro reuniu profissionais interessados em conhecer mais sobre grupos e Gestal-terapia. 

O encontro foi conduzido de maneira informal trazendo à tona questionamentos, experiências e possibilidades de trabalho com grupos em  Gestalt-terapia. O clima de conversa foi a marca desse encontro que reuniu um grupo de profissionais que desejava aprofundar mais a discussão sobre o alcance dessa forma de trabalho.  Rodrigo compartilhou também  sua experiência de trabalho com o grupo: "Amor, Sexo, Paixão, e eu?” desenvolvido ao longo de 2012 no Instituto Muller-Granzotto.

Agradecemos a participação de todos aqueles que estiveram presentes em mais uma edição do Gestalt em Ato e convidamos para o último trabalho deste ano,  Clínica Infanto-Juvenil e Sistema Íntimo, que será apresentado no dia 02 de outubro de 2012.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Clínicas Gestálticas em Grupo: acolhimento e desvio no plural



                                                                                                                        Rodrigo Gomes Ferreira
 
A configuração grupal é uma das disponíveis para se fazer clínica, e é utilizada pelos clínicos da Gestalt-terapia desde seus primórdios. Acolher o que há de estranho, abrir horizontes de futuro e construir conhecimentos implicam uma ética de singularidade ao sujeito que surge durante uma consulta. 

E, como seguir com tal postura quando tal consulta parte de vários corpos, ao mesmo tempo, no mesmo lugar, com diferentes formas? Haveria aí mais de um sujeito ou a perda da singularidade? 

A intenção desta atividade do Gestalt em ato é contribuir para questões relativas ao trabalho clínico/terapêutico em grupo com as clínicas gestálticas, quando a singularidade do sujeito clínico se mostra no plural.

Agosto: Gestação


Na terça-feira, dia 14 de agosto de 2012, foi realizada pelas  Psicólogas e Gestalt-terapeutas, Greici Will Coelho e Hebe Régis, mais uma edição do Gestalt em Ato com o trabalho: GestAÇÃO.  Esse encontro reuniu estudantes e profissionais interessados no tema da atividade. 

O encontro iniciou com a apresentação com um pequeno experimento que mobilizou as vivências de cada participante relacionadas ao tema. Em seguida, houve uma discussão sobre as mudanças decorrentes da gravidez, desde o resultado "positivo" do  exame até o nascimento do bebê. Também foi discutido como essa temática aparece na clínica e algumas possibilidades de entendimento dentro das Clínicas Gestálticas.

Agradecemos a participação de todos aqueles que estiveram presentes em mais uma edição do Gestalt em Ato e convidamos para o próximo trabalho,  Clínicas Gestáticas em grupo: acolhimentos e desvios no plural, que será apresentado no dia 04 de setembro de 2012.