sábado, 19 de março de 2011
Março de 2011: Acompanhamento terapêutico na Gestalt-terapia
quinta-feira, 10 de março de 2011
Acompanhamento Terapêutico (AT) na abordagem gestáltica
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Contato e sexualidade- Dez 2010
O trabalho iniciou com uma apresentação de um episódio de "In Treatment", um seriado de televisão que retrata atendimentos psicoterapêuticos. Em seguida houve uma discussão sobre as formas nas quais o tema da sexualidade aparece no campo clínico, e o modo como os gestalt-terapeutas fazem a leitura da função da sexualidade como ajustamento criador.
Agradecemos a presença de todos os envolvidos no sucesso desse trabalho e nos demais trabalhos apresentados durante todo esse ano. A agenda de trabalhos 2011 já foi divulgada! Deixamos aqui o convite para quem tiver interesse em conhecer um pouco mais sobre a Gestalt-terapia e os trabalhos desenvolvidos no Instituto Müller-Granzotto de Psicologia Clínica Gestáltica. As atividades do Gestalt em Ato são realizadas nas quartas-feiras, às 19hs, e a entrada é franca. Desejamos também que as festas de fim de ano sejam a ocasião para confraternizar e resgatar as energias para fazer de 2011 um excelente ano.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Contato e Sexualidade
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Novembro: Onde está a criança no atendimento?
O trabalho iniciou com uma apresentação dos participantes seguida de um experimento clínico para que cada participante pudesse acessar “sua criança” e assim adentrar no universo infantil. Esse regaste possibilitou introduzir a forma a partir da qual o clínico na abordagem gestáltica trabalha, a partir de suas vivências. Em seguida houve uma apresentação das bases teóricas e a metodologia que fundamentam o trabalho nesse campo e uma discussão sobre a forma de trabalho do Gestalt-terapeuta na clínica infantil: e a partir de que olhar ele percebe a criança dentro do atendimento e de que forma a família está implicada nesse processo.
Agradecemos a presença de todos os envolvidos no sucesso desse trabalho! Dando seqüência ao projeto em dezembro teremos um olhar gestáltico sobre Contato e Sexualidade.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Onde está a criança no atendimento infantil?

Carolina Prado Koneski
Imaginem, reflitam sobre os motivos que levam a criança e sua família a procurarem uma psicoterapia. Pais e criança realizam pedidos, pedido este realizado pela criança, que normalmente não corresponde ao pedido familiar.
A criança vem à terapia porque se encontra impedida de fluir e cristalizada em alguns padrões que não estão sendo experimentados como satisfatórios. O processo é interrompido, é como se o mundo não lhe oferecesse condições para que esse contato flua, e o crescimento aconteça. Assim, a criança muitas vezes denuncia uma dinâmica familiar falida, denuncia um sintoma. Podemos refletir, no entanto, que esta criança, na estrutura familiar, vem sendo a figura mais saudável, pois o sintoma neste momento é o melhor representante de um ajustamento criativo. São as sucessivas tentativas da criança em desenvolver uma melhor forma de lidar com a impossibilidade de criar.
Diante dessa dinâmica, qual deve ser a postura do terapeuta? No contato inicial, a criança insere o terapeuta no convite do brincar, basta estar presente, compartilhar esse convite. Mas é no encontro terapeuta e criança, na relação de campo que se configura naquele momento, que há possibilidade de a criança reconhecer suas necessidades emergentes e experimentar satisfazê-las. O brincar permite que a criança experimente, faça contato com o mundo do qual ela faz parte, buscando possibilidades de atuação, refazendo o caminho. O brincar é um dos recursos mais importantes, e é fundamental na prática clínica com crianças, pois através dele o terapeuta ajuda a criança a se apossar do que é dela, ficando atento para a apreensão do sentido da brincadeira para aquela criança, ressignificando vivências. Junto com a criança e em sintonia com ela o terapeuta fornece condições, durante o brincar, para que ela desenvolva o auto-suporte ampliando seu fluxo de awareness. Na brincadeira, a criança exercita o seu próprio ajustamento criativo, reconfigura seu campo através do contato e reconhece uma nova forma de aproximação.
O brincar é como se a criança novamente vivenciasse a cena. Todo brincar é um ato, uma ação, um acontecimento por si. Sempre atual em obra e processo.
A CRIANÇA do terapeuta é presentificada e bastante solicitada no atendimento à criança. Vale perguntar, revisitar e dialogar com sua criança. Onde você a deixou? Guardada junto com suas bonecas, ou em seus diários?
Acompanhe e participe dessa discussão no próximo Gestalt em Ato, quarta, dia 3 de novembro, 19hs!


